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Adaptabilidade Humana

Adaptabilidade Humana

de Emilio F. Moran

A pergunta sobre como o homem se adapta tem sido respondida sempre por meio de abordagens unilaterais: ou uma pesquisa ecológica/biológica, ou uma visão puramente sociocultural. Esse estudo pioneiro de Emilio Moran é um dos poucos a responder à questão de forma interdisciplinar e sem perda de especificidade. A abordagem do tema da adaptabilidade humana integra descobertas da ecologia, da fisiologia, da geografia e da antropologia social e cultural. Esta segunda edição brasileira de Adaptabilidade Humana, correspondente à terceira edição em inglês, segue o formato das anteriores, mas o texto foi totalmente atualizado e revisado, com diversas novidades. Traz ainda a mais completa bibliografia sobre antropologia ecológica já publicada e um glossário de termos técnicos, tornando-a, também, uma obra de referência indispensável para profissionais da área e… Leia mais

Como as Instituições Pensam

Como as Instituições Pensam

de Mary Douglas

Apoiando-se nos fundamentos teóricos de Émile Durkheim e Ludwik Fleck, para os quais a verdadeira solidariedade só é possível quando os indivíduos compartilham categorias de pensamento, a autora empenha-se em esclarecer como o pensamento depende das instituições e discutir temas como solidariedade e cooperação. A escolha teórica é deliberadamente polêmica, visto que contradiz os axiomas básicos do comportamento racional, segundo os quais cada pensador é considerado como um indivíduo soberano. Mary Douglas investiga diferentes sociedades e comunidades e suas relações com as instituições, concluindo que os indivíduos compartilham seus pensamentos e harmonizam suas preferências, mas são as instituições que determinam a tomada das grandes… Leia mais

Escravidão e Morte Social

Escravidão e Morte Social

de Orlando Patterson

Em Escravidão e Morte Social, Orlando Patterson busca compreender a escravidão pela definição e análise de sua natureza e dinâmica e das estruturas que a sustentavam. O autor faz um estudo comparativo entre sociedades com escravos, em diferentes lugares e épocas, e fala de suas relações de poder internas e dos modos de aquisição e libertação de escravos, demonstrando a forte ligação entre escravidão e liberdade. A noção de propriedade do escravo se desenvolve concomitantemente à prática da escravidão, sendo os seres humanos transformados em propriedade na medida em que vivenciam a "morte social". Elementos constitutivos da relação escravista são a impotência do escravo, derivada da concepção de que a escravidão é uma substituta da morte; e o desarraigamento do escravo da localidade e da sociedade em que nasceu, tornando-o uma "pessoa socialmente morta", desvinculada de qualquer ordem social… Leia mais

Fundamentos da Composição Musical

Fundamentos da Composição Musical

de Arnold Schoenberg

Primeira obra de Schoenberg traduzida no Brasil, este livro foi originalmente pensado e organizado entre 1937 e 1948, a partir da experiência do autor com estudantes universitários nos Estados Unidos. É o terceiro dos grandes tratados didáticos de teoria e prática que escreveu, e sua edição final, a partir de versões preliminares deixadas pelo compositor, foi feita em 1965 por seu colaborador Gerald Strang. A parte I é dedicada à fundamentação teórica do que poderíamos denominar de “sintaxe musical”; a segunda e a terceira constituem os fundamentos de aplicação da análise, tanto das pequenas formas, quanto das grandes. Apesar de possuírem um certo grau de independência, seus conteúdos se interpenetram de maneira profunda e consistente. O mérito principal de Fundamentos da Composição Musical é o de abordar, didática e profundamente, um repertório básico destinado a todos os estudiosos e interessados em… Leia mais

O Indivíduo e a Sociedade na Guiana

O Indivíduo e a Sociedade na Guiana

de Peter Rivière

A região estudada por Peter Rivière localiza-se no nordeste da América do Sul, estendendo-se pelo Brasil, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa, e é habitada por diversos povos, como aparais, wayanas, tiriyos, waiwais, uapixanas, makuxis, pemons, akawaios, yekuanas, piaroas e caribes. Partindo da análise da aldeia, entendida como manifestação geográfica e física da ordem, o antropólogo examina-a por meio do método comparativo, buscando inicialmente os traços invariáveis, para investigar as categorias constituintes desse tipo de sociedade, os relacionamentos entre as categorias mais importantes, a estrutura política interna das aldeias, bem como o papel do indivíduo e os problemas de continuidade social. A pesquisa de Rivière contribui para o inventário etnográfico daqueles povos, identificando os elementos essenciais de sua organização social e acompanhando suas… Leia mais

O Jardim Imperfeito

O Jardim Imperfeito

de Tzvetan Todorov

Neste texto, Tzvetan Todorov pretende contar de algum modo o romance da invenção da modernidade, com seus grandes personagens: suas aventuras, seus conflitos, suas alianças Além de deter-se mais longamente naquele que chama O Jogo das Quatro Famílias (os conservadores, os cientistas, os individualistas e os humanistas) e nos três valores básicos destes últimos (a autonomia do eu, a finalidade do tu, a universalidade do eles), Todorov focaliza tematicamente uma verdadeira galeria de grandes vultos da história do pensamento ocidental, especialmente Montaigne, Rousseau, La Rochefoucauld e Benjamin Constant, aos quais dedica capítulos inteiros. Volta-se ao pensamento desses autores para buscar em suas obras os elementos que ainda hoje podem ser úteis para a análise a que se propõe. É mais um diálogo com a história, do que uma história no sentido… Leia mais

Meta-História

Meta-História

de Hayden White

Nesta análise da consciência histórica na Europa do século XIX, Hayden White propõe uma discussão do conhecimento histórico a partir das obras de alguns dos mestres da historiografia europeia como Tocqueville, Michelet, Ranke e Burckhardt e também dos principais filósofos do mesmo período como Hegel, Nietzsche, Marx e Croce recorrendo, para tanto, ao auxílio de instrumentos conceituais da linguística e da crítica literária. O autor considera o trabalho histórico como uma estrutura verbal, na forma de discurso narrativo em prosa, que pretende ser um modelo de sistemas e processos passados. À dificuldade do estabelecimento de verdade inerente aos acontecimentos corresponderia a única identidade possível da história: a materialidade de sua escrita, seu caráter… Leia mais

A Produção Social do Espaço Urbano

A Produção Social do Espaço Urbano

de Mark Gottdiener

Procedendo a uma análise crítica dos estudos urbanos, e levando em conta a ecologia, economia e geografia urbanas, e a economia política marxista, Mark Gottdiener discute alguns paradigmas clássicos e faz uma avaliação preciosa do pensamento atual sobre o urbano. Ao longo dos oito capítulos do livro, o autor analisa a dinâmica dos processos sociais de desenvolvimento metropolitano e regional, o papel do Estado nos processos de urbanização recentes caracterizados pela dispersão urbana, o papel da ideologia no mascaramento dos processos reais que atuam na reestruturação do espaço, e os padrões de organização social responsáveis pela produção de espaço nas sociedades modernas. Abordagem interdisciplinar da ciência urbanística, este livro interessa a sociólogos, economistas, geógrafos, historiadores, arquitetos e profissionais do planejamento urbano e… Leia mais

Antigos Cultos de Mistério

Antigos Cultos de Mistério

de Walter Burkert

Antigos Cultos de Mistério marca um desvio fundamental na história dos estudos modernos sobre religião e filosofia gregas. Reparando erros do passado e propondo uma nova forma de vislumbrar os cultos pagãos, Burkert tenta recuperar a especificidade dos mistérios antigos especificidade esquecida pela historiografia tradicional. Demonstrando uma “fenomenologia comparativa dos mistérios antigos”, o autor descortina não apenas a singularidade dos cultos de mistério, mas também as práticas subterrâneas que o sincretismo pagão fazia pulsar nas catacumbas da luminosa civilização… Leia mais

Apenas mais uma Espécie Única

Apenas mais uma Espécie Única

de Robert Foley

É inegável que, como as demais espécies, a nossa apresenta singularidades. Os últimos desenvolvimentos da biologia evolutiva têm enfatizado que os padrões de evolução das espécies estão contidos nos princípios da ecologia, que estruturam as relações entre indivíduos, populações e seus ambientes. Este livro, que se tornou um clássico desde sua publicação no exterior, em 1987, sintetiza o processo de hominização sob o ponto de vista da ecologia evolutiva e inova ao considerar as singularidades da espécie, não assumidas a priori, mas à medida que vão emergindo dos contextos socioecológicos nos quais viveram nossos ancestrais rejeitando, dessa forma, a autoridade exclusiva dos fósseis na explanação da evolução… Leia mais

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